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Taniguti Advocacia & Consultoria Jurídica

Assessoria Jurídica para o Mercado Imobiliário

O jurídico precisa compreender a operação para contribuir com ela.

Assessoria jurídica para imobiliárias, construtoras e empresas do setor em contratos, operações, negociações e demandas relacionadas à atividade imobiliária.

O que fazemos

O que fazemos

  • Contratos e Instrumentos Imobiliários

    Elaboração, revisão e padronização de contratos e outros instrumentos utilizados nas operações da empresa, considerando a natureza do negócio, as responsabilidades envolvidas e a dinâmica da atividade.

  • Análise Jurídica de Operações

    Avaliação de questões jurídicas relacionadas a negociações e operações imobiliárias que exijam análise documental, contratual ou registral antes da tomada de decisão ou da formalização do negócio.

  • Notificações e Inadimplementos

    Análise de situações de descumprimento contratual, elaboração de notificações e orientação sobre as medidas juridicamente adequadas às circunstâncias da relação.

  • Padronização e Prevenção

    Revisão de documentos, fluxos e critérios jurídicos utilizados em situações recorrentes, buscando maior consistência na condução das demandas da operação.

Como iniciar

Como iniciar

  1. 01. Compreensão da operação

    Conhecemos a atividade da empresa, sua rotina e as situações jurídicas que motivaram a contratação.

  2. 02. Definição do escopo

    A atuação é estruturada de acordo com as necessidades identificadas, podendo compreender uma demanda específica ou suporte jurídico recorrente.

  3. 03. Atuação integrada

    As demandas são conduzidas considerando não apenas a questão jurídica apresentada, mas também o contexto em que ela ocorre dentro da operação.

O que costuma dar errado

Quando o jurídico está distante da operação, o problema costuma aparecer tarde.

A rotina imobiliária exige decisões rápidas, mas contratos, documentos e negociações precisam acompanhar aquilo que efetivamente acontece na operação. Quando o jurídico entra apenas depois do conflito, questões que poderiam ter sido identificadas anteriormente já podem estar incorporadas ao negócio.

  1. 01. O mesmo modelo de contrato é utilizado para situações diferentes.

    A repetição de um instrumento pode facilitar a rotina, mas operações distintas podem envolver responsabilidades, prazos, condições e riscos diferentes. Quando o documento não acompanha essas particularidades, cláusulas originalmente adequadas podem deixar de responder à situação concreta.

  2. 02. O jurídico entra apenas quando a negociação ou o problema já avançou.

    Quando questões jurídicas são avaliadas somente depois da definição comercial, da assinatura de documentos ou do surgimento do conflito, as alternativas disponíveis podem ser mais limitadas. A participação jurídica em momento adequado permite que riscos sejam considerados antes da consolidação de determinadas decisões.

  3. 03. O inadimplemento é tratado sem considerar o contrato e a documentação da operação.

    Cobranças, notificações e outras providências precisam considerar as obrigações efetivamente assumidas, os documentos existentes e as circunstâncias do descumprimento. Medidas padronizadas podem não ser adequadas a todas as situações.

  4. 04. Situações semelhantes recebem tratamentos diferentes dentro da empresa.

    A ausência de critérios e documentos padronizados pode produzir divergências na condução de operações recorrentes. A organização jurídica de procedimentos contribui para maior consistência na formalização e no tratamento dessas situações.

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