Planejamento Patrimonial e Sucessório
Organizar o patrimônio em vida é também uma forma de decidir como ele seguirá adiante.
Assessoria jurídica para compreender a estrutura patrimonial existente, definir objetivos e avaliar os instrumentos adequados à organização do patrimônio e da sucessão.
O que fazemos
O que fazemos
Organização Patrimonial
Análise da composição e da organização jurídica do patrimônio para identificar questões relevantes e avaliar alternativas compatíveis com os objetivos do titular e de sua família.
Planejamento da Sucessão
Estruturação de decisões relacionadas à futura transmissão do patrimônio, considerando os direitos envolvidos e os efeitos jurídicos das alternativas disponíveis.
Transmissão Patrimonial em Vida
Análise e formalização de instrumentos como doações e usufruto, quando adequados à situação e aos objetivos pretendidos.
Estruturação Jurídica do Patrimônio
Avaliação da forma como imóveis, direitos e participações estão organizados e das alternativas jurídicas que podem ser utilizadas para estruturar o patrimônio de maneira coerente com os objetivos definidos.
Como iniciar
Como iniciar
01. Compreensão
Analisamos a composição patrimonial, o contexto familiar e os objetivos que orientam o planejamento.
02. Estruturação
A partir dessa análise, são avaliados os instrumentos e alternativas juridicamente adequados à situação.
03. Implementação
Definida a estratégia e o respectivo escopo, são estruturadas as providências necessárias à sua formalização.
O que costuma dar errado
Planejar o patrimônio não é escolher um instrumento. É compreender primeiro o que se pretende organizar.
Doação, testamento, usufruto ou uma estrutura societária podem produzir efeitos muito diferentes. Quando a solução é escolhida antes da análise do patrimônio, da família e dos objetivos envolvidos, o planejamento pode criar limitações ou consequências que não eram pretendidas.
01. A solução é escolhida antes que os objetivos estejam claros.
Doação, testamento, usufruto ou uma estrutura societária podem produzir efeitos diferentes. Quando o instrumento é escolhido antes da compreensão do patrimônio, da estrutura familiar e dos objetivos envolvidos, a solução adotada pode não responder adequadamente ao que se pretendia organizar.
02. Bens são transferidos em vida sem avaliar suficientemente os efeitos da decisão.
A transmissão patrimonial pode produzir efeitos jurídicos, sucessórios e patrimoniais relevantes. Também é necessário compreender quais direitos serão transferidos, quais permanecerão com o titular e quais limitações decorrerão da estrutura adotada.
03. O testamento é tratado como liberdade irrestrita para distribuir o patrimônio.
A autonomia testamentária encontra limites previstos em lei, especialmente quando existem herdeiros necessários. Por isso, a disposição patrimonial precisa ser analisada considerando a composição familiar e as regras sucessórias aplicáveis.
04. Um planejamento antigo permanece inalterado mesmo depois de mudanças relevantes.
Casamentos, divórcios, nascimentos, falecimentos, aquisição ou alienação de bens e alterações na estrutura patrimonial podem modificar as premissas consideradas originalmente. Uma organização construída em determinado contexto pode precisar ser revista quando esse contexto se altera.
Fale com o escritório
Conte um pouco sobre o seu caso
Quer compreender as possibilidades de organização do seu patrimônio?
Entre em contato para apresentar os objetivos que motivam sua busca por planejamento.
